A bênção, papai...
Eu o vejo de perto, muito perto com aquele olhar de sempre muito manso, muito terno.
Eu o vejo na seriedade tranqüila de tantos anos silencioso e calmo como é calmo e silencioso o cair da tarde!
Você nos deixou a imagem do bem, da verdade, na simplicidade humilde de um São José!
Meu querido pai,
meu são José,
já é noite!
Está na hora de dormir.
Quero dizer-lhe,
como nas noites da minha infância:
a bênção, meu pai!
Rio, agosto de 2005 - Pauloya