garotinho triste

Não sou “menor” que ninguém.
Sou criança, garoto, guri, menino...

Às vezes, nu, com fome,sim.
Mas isso é pobreza, não perdição.


Pobreza que dói na barriga, machuca a alma,
mas não tira o sonho, a vontade de transformação.

Pobreza “urbana”, feita de restos,
de pés descalços, mas não de resignação.


Pobreza “rural”, feita de espera e dignidade,
de simplicidade e determinação.


Pobreza de alma. Não a minha,
A dos “maiores” - estes, sim, “menores”

Pela insensibilidade, pelo preconceito,
pela incapacidade de mudar minha condição...


(Texto extraído do Jornal A TARDE)

barra
Quer enviar esta página para seu(s) amigo(s)?

1) Por e-mail:

Clique aqui!!!

2) Pelo orkut:

No código abaixo, clique com o botão direito,
selecione tudo, copie (ctrl+c) e cole (ctrl+v)
no scrap dos seus amigos